Solução salomônica

Numa postagem do meu amigo da vida toda, Givanildo Silva, fiz uma ironia sugerindo que a crise no STF não ia dar em nada. Afinal, Fachin, em nome da imagem da instituição, daria uma solução salomônica: para preservar a “paz”.

É certo que, às vezes, até eu mesmo não entendo minhas próprias ironias. Mas uma coisa eu sei: não escrevi uma vírgula sobre Lula. Até porque, até onde sei, não há notícia de que ele tenha recebido dinheiro de Vorcaro. Mesmo assim, conseguiram enxergar Lula no meio da história e ainda o elegeram como meu “deus” supremo. Que coisa, Giva!

Mas voltemos ao comentário – que, registre-se, era ironia, não profecia.

Pois não é que terminou se confirmando?

Fachin disse que pode assumir as relatorias dos casos do Banco Master e do INSS, atualmente com André Mendonça. Tudo, naturalmente, em nome da credibilidade do Supremo, se é que lhe resta alguma.

Vejam só: eu faço uma ironia e o Fachin vai lá e me rouba a cena.

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