No Fundo dos outros

Políticos não tomam jeito mesmo, ao menor descuido já vão passando a mão no Fundo alheio. Mesmo que fiquemos em guarda, atentos, eles, de uma maneira ou de outra acabam encontrando uma bela desculpa, plausível, para irem sorrateiramente ao Fundo dos outros.

Agora, depois do exemplo da Rosa e do Mister Robinson, quem se apresenta mirando o Fundo dos servidores é nada mais nada menos que prefeito de Natal, Carlos Eduardo(PDT). Que na campanha jurava de pés juntinhos que o pior já teria passado.

Na próxima segunda(13), o “Carlito” irá protocolar na Câmara Municipal um projeto de lei que solicita autorização dos nobres edis para retirar, sob a forma de empréstimo, R$ 190 milhões do Fundo de Previdência do Município. Com promessa de ser pago em 15 anos, o alcaide, põe outro Fundo na reta, desta feita a vítima é o FPM – Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que será o garantidor. Tirar dinheiro do Fundo dos outros é refresco.

Bufão

Em todo reino que se preze há de ter um bom e proativo bufão. No reino tupiniquim não seria diferente, aliás, para fugir à regra, aqui é diferente sim: o bufão é o mesmo que se julga rei.

O “sois rei”, depois de entregar esfregão e fogão às “bela, recatada e do lar”, volta atrás diz que não vai permitir preconceito contra a mulherada. Bota bobo nisso!

Viúvas

As viúvas do Cunha, começam a “empulhar o processo” e chamar a atenção do submundo do Congresso Nacional, além dos espelhos d’águas. As trocas de afagos com porrete de Pau-ferro entre os deputados e senadores do PMDB estão sendo ouvindo, sob o lençol, lá no Jaburu.

O arranca-rabo no partido PMDB, entre suas facções, tem como causa, o de sempre: a divisão da pilhagem.

Os “mininus” se engalfinham pela divisão do Fundo Partidário, pois certos estão, que o poço parou de jorrar. Os senadores dizem que os deputados da tropa de choque do Cunhão, já estão bem posicionado no Governo do “micha”, e portanto, tem mais visibilidade. Por outro lado as viuvetas, temem perder seus quinhões. A direção nacional do partido está sob a guarda do senador Romero Jucá e a tesouraria ao cuidados do “índio, isto é, do presidente do Senado, Eunício Oliveira.

Frase

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