Bola murcha

O Fantástico da Rede Globo, teve a semana passada inteira para atiçar nossa curiosidade com seu quadro “Cadê o dinheiro que estava aqui?”,  onde insinuava que o “Irma” iria descambar sobre o torrão potiguar, entretanto, não passou de chuvisco muito do fraquinho, não deu nem para molhar a grama do Arena. O “repórter secreto” deveria ter sido apresentado no “Bola Murcha”, pois, nada de novo trouxe ou acrescentou que nós, conterrâneos de Poti não soubéssemos.

Os R$ 100 milhões do superfaturamento na construção do Arena da Dunas, depois transformado em propina, tomou o mesmo caminho, que a propina segue nestes casos: o bolso dos políticos.

Não houve na de fantástico, dessa meninada, todos sabem seus nomes e endereços: Rosalba Ciarlini, Henrique Eduardo Alves e José Agripino Maia, frequentam constantemente as raias da Justiça e são velhos conhecidos do Ministério Público.

Porém, foi preciso um veículo de expressão nacional dizer o quê já tínhamos ciência há muito e dissimuladamente fazíamos de conta que não era conosco. É preciso que tenhamos – claro, se quisermos um Rio Grande do Norte melhor – mais coragem e fazermos uma autocrítica, alguns questionamentos: estas raposas que nos rouba o sono e os sonhos merecem permanecer nas políticas? E seus filhos netos, que nunca trabalharam, por herança merecem seus Legados?

Sim? Tudo bem, continuem votando neles e sejam cumplices dos roubos e mortes por todo nos Estado. Não? Ótimo, não votem neles, simples assim.

A besta

Na internet há vários vídeos do deputado, Bolsonaro atacando o Lula e o PT, nada demais, a besta cumpre seu papel no jogo, como peão, sabe que mais cedo ou mais tarde será descartado.

A direita não quer vê-lo rondando o Palácio do Planalto e muito menos a esquerda, portanto, seu destino foi traçado a várias mãos irmanadas em um interesse comum.

De Volta

Já em solo potiguar, Ricardo Valério, Presidente do Corecon/RN, depois de 3 dias na capital mineira, Belo Horizonte, onde participava do Congresso Brasileiro de Economia.

Semelhança

“O Governo moderno não é senão um comitê para gerir os negócios comuns de toda classe burguesa” Karl Marx
Qualquer semelhança com o governo do ladrão-geral da República, não é mera coincidência.

 

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